Três exemplares desta espécie em pleno Alentejo, o pai preto, a mãe e a cria..
Sabiam que o macho tem sempre as penas pretas?
Três exemplares desta espécie em pleno Alentejo, o pai preto, a mãe e a cria..
Sabiam que o macho tem sempre as penas pretas?
É um gato todo janota, que gosta muito de se aperaltar, mas primeiro há que cheirar o que se irá colocar à lapela…
Digam lã, se não ficou um gatão?
Mas a vida não se governa só de festas e o Faísca é um óptimo caçador, aqui está ele na sua versão mais prática, simulando a caça às cobras.
Estava na segunda circular e de repente penso que estou numa plena aventura à minha frente estava uma Bedford preta com matricula portuguesa totalmente transformada, tenho que dizer que não a conduziria, mas o condutor um jovem de caracóis ao vento ia todo bem disposto.
Adorei e fotografei, é claro, as fotos não fazem jus à obra de arte.
Tempo bem empregue, concordam?
Sabem, o meu melhor amigo ofereceu-me uma nova máquina, realmente sou uma mulher de sorte.
Vocês sabem o que são os moços? São crianças, diriam vocês, quem não sabe? Sim também são, mas hoje refiro-me aos moços que são uma peças que permitem a rega em repuxo, é muito usual ver-se nos jardins.
A esta hora já uma parte da relva do meu bairro está regada com a ajuda dos moços e do jardineiro que agora continua a dar trabalho aos restantes moços.
Adoro ser despertada pelo som dos moços. :)
É verdade estou em Lisboa e chove como se fosse Inverno, ia de carro pela IC2, o troço que liga a Póvoa de Santa Iria a Lisboa, quando passei por baixo da ponte Vasco da Gama, sabem o que vejo? Querem saber? Hoje é domingo é dia de tiraro melhor fato do armário e ir passear, foi o que fez o casal que estava estacionado, abrigado pela ponte. Pois, quem é que. vai pensar. que vai chover em Agosto? O dito casal circulava de moto, o resto deixo à vossa imaginação…
Fazia um passeio, para queimar tempo para tirar os pontos da saga da minha ausência de juizo…Já acabou …
Quando me deparo com o passeio manchado de branco, pinta aqui pinta acolá, o certo é que parecia que do ceu tinha andado a chover tinta branca.
O prédio ao meu lado não tinha andaimes, nem tão pouco parecia pintado de fresco, fiquei intrigada confesso, virei a esquina, as pintas continuavam, olhei para o prédio de alto a baixo. Estava descoberto o mistério, estavam a pintar o prédio, de branco, claro está, com um sistema de roldanas, pendurados por uns cabos.
Sabem a mim fez-me lembrar um anúncio hora “C …” , 16:30, não sei se conhecem…
Só espero que no fim limpem aquela sujeira.