foi assim que nos sentimos ontem enquanto dávamos uns toques na bola, eu explico - que eu cá não sou pessoa de deixar nada por dizer. Do nosso lado esquerdo umas nuvens escuras convidavam-nos a ter juízo a abrigar-nos, antes que ficássemos todos encharcados, do nosso lado direito o sol espreitava e as nuvens eram clarinhas. É claro que pedimos ao S. Pedro para vir mais tarde regar as plantas e jogamos até ser hora de ir embora. Obrigada S. Pedro, mais uma vez.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
O senhor da mochila preta
é um “grafitti” que tinha sido terminado hoje de manhã, num muro da berma da 2ª circular, a seguir ao Fonte Nova, no sentido Lisboa-Sintra, os artistas estavam só a começar, pela amostra vai ficar muito bonito. Não consegui fotografar, mas se passarem por lá deem a vossa opinião. Vocês já sabem que eu acho que estas pinturas dão vida à cidade o que não sabem é no outro dia li no jornal - Expresso que os ingleses já conhecem Lisboa pelos seus “grafittis”. Ele *a coisas…
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Abril águas mil
Primeiro venho dizer a quem me segue que acho que estou de volta, pensava eu que era eu e o sol de primavera, mas ao que parece é a chuva de abril…
quinta-feira, 17 de março de 2011
As voltas que o sangue leva
Sabem quando se mata o porco na santa terrinha fazem-se uma série de “exéquias”. Colher-se o sangue para um alguidar de barro é uma delas mas, quando cheguei já só assisti ao enchimento das tripas e como estavam com dificuldade em usar o funil, sugiri o uso da parte de cima de um garrafão de água. Cortamos o garrafão ao meio, a minha cunhada escaldou a parte cortada para não se magoarem as mãos às “enchideiras” , e foi um ver se te avias enquanto se acabou de fazer as morcelas.
Para o ano há mais. Viva a reciclagem.